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AEROPORTO DO CUITO VAI APOIAR DESENVOLVIMENTO

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O aeroporto do Cuito, na província do Bié, faz parte de um conjunto integrado de  infraestruturas no sector dos transportes, que inclui a linha do Caminho de Ferro de Benguela (CFB) e a rede fundamental de estradas, com vista a apoiar o desenvolvimento económico na região.

A afirmação é do ministro dos Transportes, Augusto da Silva Tomás, quando se dirigia  hoje, 12 de Janeiro, à imprensa após ter constatado os níveis de execução das obras em curso no aeroporto Joaquim Capango, no Cuito, província do Bié. 

 "Constatamos o nível de execução física que ronda os 78, 2 porcento, a execução financeira os 40 porcento. Se não haver constrangimentos de ordem financeira acreditamos que o trabalho será concluído dentro dos prazos estabelecidos", referiu. 

Acompanhado do vice-governador para o sector político, económico e social da província do Bié, o ministro Augusto Tomás, constatou o andamento  das obras da torre de controlo, protocolo, estação de reserva,  bombagem e tratamento de água. 

O governante esteve ainda na central eléctrica, edifício de operações, direcção do aeroporto e terminal de carga.

O ministro inteirou-se, por outro lado, do modo de atendimento dos passageiros na estação ferroviária do CFB na comuna do Kunje, que dista sete quilómetros do centro do Cuito


 

MINISTRO DE ESTADO EXIGE EFICIÊNCIA NA GESTÃO DAS EMPRESAS PÚBLICAS

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O ministro de Estado e do Desenvolvimento Económico e Social, Manuel José Nunes Júnior exigiu, das empresas públicas dos transportes e da energia e águas, trabalho árduo e eficiente, de forma a que as mesmas sejam capazes de atingir os seus objectivos com o mínimo de custos.

Manuel Júnior falava em Luanda (22 de Dezembro de 2017) em representação do Presidente da República, João Lourenço, na cerimónia de posse dos membros dos conselhos de administração das empresas do sector dos Transportes e da Energia e Águas.

"O repto que lanço é o de acabarmos, na prática, com a ideia errada de que as empresas públicas não podem ser eficientes. As empresas públicas estão no mercado, e dentro do mercado competem com outras empresas de todo o tipo".

De acordo com o ministro de Estado, as empresas que não forem eficientes num ambiente de concorrência terão de sair do mercado.

"Estou certo que o conhecimento, a experiência e o espirito de missão dos empossados permitirá alcançar este objectivo, a bem do progresso de Angola e do bem-estar do povo Angolano", concluiu.

Manuel Nunes Júnior conferiu posse aos novos membros dos conselhos de administração das empresas do sector dos Transportes, nomeadamente a TAAG, Enana, portos de Luanda, Lobito, Namibe, caminhos de ferro de Luanda, Benguela e Moçamedes, bem como a EPAL e a ENDE, no sector da Energia e Águas.

 

LIVRO SOBRE TRANSPORTES PREENCHE VAZIO LITERÁRIO DO SECTOR

 

O ministro dos Transportes, Augusto da Silva Tomás, considerou  sexta-feira, em Luanda, o lançamento do livro intitulado "Transportes um sector de linha da frente, evolução histórica e novas dinâmicas", como um dos instrumentos que vai preencher o vazio literário existente no sector.

O governante, que falava no acto de lançamento da obra escrita por um dos quadros do Ministério dos Transportes, Luís Paulo, afirmou que a iniciativa vai ajudar os estudantes, académicos e políticos em saber mais sobre o sector e a sua importância no desenvolvimento da economia nacional.

O livro descreve e analisa os 41 anos de existência do sector em termos de organização e gestão empresarial.

Prefaciado por Manuel Nunes Júnior, professor titular da Universidade Agostinho Neto (UAN), a obra é composta por quatro capítulos e 132 páginas, narra também a história da criação do Ministério dos Transportes, desde 1976 a 2017, o perfil das principais figuras que dirigiram, assim como a do actual ministro, Augusto da Silva Tomás.

Na ocasião, Luís Paulo explicou que a obra aborda, entre outros temas, o surgimento dos institutos públicos no sector dos transportes, desde 2005, descrição das empresas públicas do sector, o seu campo de actuação e o contributo que têm vindo a dar para o desenvolvimento da economia do país.

Por outro lado, o antigo ministro dos Transportes, Carlos Fernandes, louvou a iniciativa e apela o autor a continuar a escrever e que a semelhança desta haja outras obras.

Luís Paulo é quadro sénior do Ministério dos Transportes, exerce o cargo de director do Gabinete de Comunicação Institucional e Imprensa (GCII). Foi assessor de imprensa e chefe do Centro de Documentação e Informação do Ministério dos Transportes. Trabalhou no Jornal de Angola como jornalista. É licenciado em direito pela Universidade Agostinho Neto.

 

SECRETÁRIO DE ESTADO DEFENDE MAIOR ATENÇÃO A MANUTENÇÃO DA INFRAESTRUTURA DO CFL

O Secretário de Estado para o Sector Ferroviário, José Cerqueira efectou, hoje 23 de Novembro, a sua primeira visita de trabalho ao Caminho de Ferro de Luanda (CFL) para se inteirar do curso da obra de duplicação da via no trajecto Bungo-Baia e do estado de funcionamento da insfraestrura ferroviária.

 A sua chegada a sede da empresa, o José Cerqueira, que se fez acompanhar dos responsáveis do Instituto Nacional dos Caminhos de Ferro de Angola (INCFA), da empresa construtora e do fiscal, recebeu cumprimentos de boas vindas do Presidente do Conselho de Administração do CFL, Celso Rosas.

Antes de embarcar num veículo rodo-ferroviário, o Secretário de Estado recebeu do Administrador Técnico do CFL, José Luyndula, informações sobre o projecto e o grau actual de implementação da obra, tendo aludido à necessidade do cumprimento dos prazos constantes do contracto.  

No decorrer da viagem de 36 quilómetros que separam as estações do Bungo e Baia o responsável constactou in louco os trabalhos da duplicação e os diversos constragimentos colocados ao normal funcionamento da empresa, sobretudo as questões relacionadas à deposição do lixo no espaço ferroviário na zona do Sambizanga.

No final, o Secretário de Estado para o Sector Ferroviário disse estar impressionado com a gravidade dos problemas com que se deparou, tendo defendido a necessidade de se prestar maior atenção à manutenção da infraestrutura existente nesta fase de expansão Caminho de Ferro de Luanda. 

 

CIRCULAÇÃO FERROVIÁRIA ENTRE ANGOLA E A RDC VAI IMPULSIONAR DESENVOLVIMENTO DO CORREDOR DO LOBITO

A retomada da ligação ferroviária entre Angola e a República Democrática do Congo (RDC) constitui um novo sopro na economia de ambos países e vai significar uma total revolução nos transportes ferroviários, afirmou o ministro Augusto da Silva Tomás.

 

Ao balancear a visita efectuada à RDC, o ministro dos Transportes, considerou que o acordo assinado em Kinshasa entre o Caminho de Ferro de Benguela (CFB) e a Sociedade Nacional dos Caminhos de Ferro do Congo (SNCC) vai permitir que os dois povos tenham maiores benefícios económicos e financeiros, e grande redução de custos para as empresas mineiras, a SNCC e a RDC. Por esta razão, sublinhou que a equipa, por si liderada e que se deslocou à Kinshasa não poderia voltar à Luanda sem resultados concretos e estava mandatada para trabalhar até à exaustão.

 

O ministro informou que foram reabilitados no CFB 1344 quilómetros de linha férrea, construídas 67 estações entre especiais, de primeira e de segunda classes, reabilitadas oficinas, e adquirido material circulante.

 

O ministro salientou que foram igualmente construídos três centros de formação profissional, que também podem estar à disposição das autoridades congolesas e da SNCC.

 

O titular dos Transportes enfatizou que este tipo de iniciativa vai melhorar as condições de vidas das populações de ambos países e diminuir os custos com as importações e exportações. Manifestou que Angola, depois da guerra, avançou rapidamente na reabilitação dos caminhos de ferro e esta experiência pode servir de alento positivo no desenvolvimento em curso na RDC.

 

O acordo comercial entre o CFB e SNCC estabelece os termos de utilização conjunta da linha férrea entre os dois países e foi assinado em Kinshasa no passado dia 15 de Novembro pelo Presidente do Conselho de Administração interino do CFB, Luís Teixeira, e o director-geral da SNCC, Ilunga Ilunkamba, na presença de José Makila Sumanda, vice-primeiro ministro encarregue dos Transportes e Vias de Comunicação da RDC, e de Augusto da Silva Tomás, ministro dos Transportes da República de Angola.

 

Os ministros concordaram que os Comités Técnicos criados ao abrigo dos acordos de transporte transfronteiriços devem ser dinamizados e reunirem-se com maior regularidade.

 

O ministro angolano convidou o seu homologo congolês a visitar Angola, principalmente, os projectos fundamentais do Corredor do Lobito, designadamente o Porto do Lobito, o CFB, o Aeroporto Internacional da Catumbela e o Luau, província do Moxico.

 

 

PRESIDENTE KABILA REITERA CARREGAMENTO DE MANGANÊS

 

O Presidente da RDC, Joseph Kabila, reiterou a necessidade de ser feito, através do CFB, até ao dia 14 de Dezembro de 2017, o primeiro carregamento de manganês, que se encontra depositado numa mina, a céu aberto, em território congolês, perto da fronteira com Angola.

 

O Presidente congolês referiu que, numa primeira fase, estão a fazer pequenas intervenções na linha, enquanto se trabalha, também, na recuperação da linha férrea, por troços.

 

O ministro dos Transportes, Augusto da Silva Tomás, deslocou-se à Kinshasa (RDC), na qualidade de enviado especial do Presidente da República, João Lourenço, tendo sido recebido em audiência pelo Chefe de Estado congolês, Joseph Kabila, a quem entregou uma missiva do seu homólogo angolano, inscrita no reforço da amizade e cooperação bilateral, com particular enfase, para a dinamização da ligação ferroviária entre ambos países, mediante o uso do CFB.

 

PORTO TRABALHA PARA OBTENÇÃO DO CERTIFICADO DA APLOP

Uma equipa de auditores externos é esperada este mês para avaliar a conformidade dos critérios, elegidos pelo Porto de Luanda, para obtenção do certificado da marca da Associação dos Portos de Língua Oficial Portuguesa (APLOP).

Miguel Pipa, assessor da direcção comercial que fez a apresentação do projecto a comunidade portuária no auditório Sílvio Barros Vinhas, esclareceu que a iniciativa da APLOP tem como objectivo estimular os portos da associação a implementar medidas para simplificação da tramitação documental. "Identificou-se que este processo tem sido um dos principais causadores da demora que se verifica na retirada das mercadorias nos portos", indicou.

Para materialização da iniciativa foi criado um grupo de trabalho que elaborou o Guia Interpretativo da Marca APLOP(GIMA), um documento que estabelece a metodologia, e os critérios que os portos deverão seguir para atingir um dos três níveis da marca, nomeadamente bronze, prata, e ouro.

O sistema de certificação da marca apresenta seis critérios nomeadamente, a obrigatoriedade da tramitação de documentos em formato electrónico, a partilha de informação entre os utilizadores, partilha de informação entre portos associados; redução do tempo de antecedência para a prestação de informações, expressão de decisões por via electrónica e existência de formulários comuns entre os portos.

CERTIFICAÇÃO PRATA

O Porto de Luanda pretende obter a certificação prata, por reunir quatro dos seis requisitos dos critérios da marca. Com a equipa de auditores externos esperados este mês, vai-se aferir a conformidade dos mesmos para posteriormente se atribuir o certificado de conformidade que levará a emissão, pela APLOP, do certificado da marca.

Miguel Pipa ressaltou que o interesse pela obtenção da marca APLOP reside no facto de, a certificação feita por um organismo internacional ajudar a fidelizar os clientes bem como, aumentar a qualidade dos serviços disponibilizados no mercado. «Os utilizadores dos portos vão saber que é um porto cujos serviços são de qualidade e implementa medidas de simplificação da tramitação documental», esclareceu Miguel Pipa.

 A utilização da marca APLOP visa garantir, aos utentes e operadores económicos em geral, que os portos detentores da Marca APLOP implementam medidas de simplificação da tramitação documental, quer nas relações entre operadores económicos e autoridades, quer entre autoridades.

 

ZÂMBIA E RDC: ANGOLA FORTALECE COOPERAÇÃO NOS TRANSPORTES

O ministro dos Transportes, Augusto da Silva Tomás, efectua a partir de hoje, sábado, 11 de Novembro, uma visita de trabalho a Lusaka, República da Zâmbia, para o reforço da cooperação entre os dois países no domínio dos Transportes.

O titular dos Transportes irá deslocar-se igualmente a República Democrática do Congo (RDC) para testemunhar a assinatura do acordo comercial entre o Caminho de Ferro de Benguela (CFB) e a sua congénere da RDC, a Sociedade Nacional dos Caminhos de Ferro do Congo (SNCC), com vista a dinamizar o corredor de desenvolvimento do Lobito.

Augusto da Silva Tomás, que chefia uma delegação de altos funcionários do Ministério dos Transportes, do CFB e do Porto do Lobito, é portador de uma mensagem do Chefe de Estado angolano, João Lourenço, dirigida aos seus homólogos zambiano e congolês, Edgar Shagwa Lungu e Joseph Kabila Kabange, respectivamente.

Lobito é manifestamente um corredor transnacional que atravessa a África Austral de lês-a-lês. Projecta-se muito para além das fronteiras nacionais com verdadeiro impacte estruturante em todo o espaço da SADC e afirma-se como um dos principais eixos de circulação de matérias-primas, produtos e mercadorias, não apenas dentro dos países que atravessa, mas sobretudo, devido a conexão mundial, através, e principalmente, do Porto do Lobito. 

COOPERAÇÃO REGIONAL

No âmbito da cooperação entre os países os governos de Angola, da Zâmbia e da RDC testemunharam, a 14 de Fevereiro de 2014, a inauguração do aeroporto doméstico baptizado com o nome General Rafael Sapilinha Sambalanga e da Estação Ferroviária do Luau, no Moxico e realização da viagem experimental de comboio do CFB até à ponte transfronteiriça com a RDC, 30 anos depois na mesma província.

Angola está a construir o canal fluvial transfronteiriço Rivungo-Shangombo que visa dar uma resposta positiva em relação à melhoria das condições sociais e ao desenvolvimento económico das populações ribeirinhas. O canal fluvial, localizado entre a sede do município do Rivungo na província do Cuando Cubango e a localidade zambiana de Shangombo, vai impulsionar as trocas comerciais entre os dois povos, com a utilização de embarcações de carga de 10 toneladas cada.

 

PR VISITA INFRA-ESTRUTURAS DOS TRANSPORTES EM CABINDA

O Presidente da República, João Lourenço, que trabalhou durante dois dias em Cabinda, constatou de perto os níveis de execução das obras do sector dos Transportes na província.

 

Acompanhado do Vice-Presidente da República, Bornito de Sousa, e demais membros do Executivo, o Chefe de Estado visitou a 7 de Novembro as obras de construção do Aeroporto Maria Mambo Café e o Terminal Marítimo de Passageiros.

 

João Lourenço visitou e constatou o estado de execução das obras que vão reforçar o sistema de abastecimento de água da província, bem como as obras de construção do Campus Universitário do Caio, da Central Térmica de Malembo, do Centro Político Administrativo do Governo Provincial e as obras de ampliação do Hospital Regional de Cabinda.

 

Na zona de construção do novo aeroporto de Cabinda, o Presidente da República constatou um avanço significativo das obras, cuja conclusão está prevista para o primeiro trimestre de 2019. A empreiteira prepara-se para executar a pista e a placa, enquanto decorrem os acertos para o realojamento das populações residentes nas áreas adjacentes.

MAIS VISTAS MAIS VISTAS

INSTITUTOS DO MINTRANS INSTITUTOS DO MINTRANS

 IMPA

Instituto Marítimo e Portuario de Angola

 CNC

Conselho Nacional de Carregadores

 INCFA

Instituto Nacional dos Caminhos-de-Ferro de Angola

 INAVIC

Instituto Nacional de Aviação Civil

 INTR

Instituto Nacional dos Transportes Rodoviários

 IHSMA

Instituto Hidrográfico e de Sinalização Marítima de Angola